segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

O Ensino em Portugal

Em outros tempos, a partir da Primária, quem não demonstrava saber o que foi ensinado era repetente. O saber estava à frente do custo que isso poderia ter no erário público. Agora querem passar sempre até perto do ingresso na Universidade. Havia o Primário, o 1º Ciclo, ao qual só ingressavam se passassem no exame da 4ª classe do Primário, o 2º Ciclo e a Faculdade, onde entravam mediante um exame de admissão. Agora chegam à Faculdade sem saberem o básico dos ciclos de ensino anterior.
Temos também o caso dos nomes. Os nomes dos cursos é que têm importância. O Bacharelato, anteriormente Agentes Técnicos, quiseram ser Engenheiros, os Mestres de Obras, depois Construtores Civis, querem ser Agentes Técnicos de Arquitectura e Engenharia.
Talvez tenham razão. Toda a gente passa sem qualquer exame e depois no exercício da profissão são classificados de bons, suficientes e maus. As funções e vencimentos seriam adequados ao seu saber. Isto se não existirem "cunhas" muito fortes. Até podemos ter Licenciados como trabalhadores indiferenciados.

Sem comentários: